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O resgate da opressão humana I

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“Resgata-me da opressão do homem; assim guardarei os teus preceitos.”
Salmos 119: 134

O que significa opressão? Carregar ou sobrecarregar com peso; afligir; causar frustração; exercer pressão sobre alguma coisa; esmagar; aniquilar; violentar; forçar humilhar. Segundo o dicionário Aurélio é o ato ou efeito de oprimir, tiranizar, sufocar.

A opressão humana é terrível pois, ela fere o princípio de Deus que determina que o homem foi feito para dominar e governar a terra e não os outros seres humanos.

“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”
João 8:32

O vício de aprovação

Um exemplo bem forte de opressão vem através da necessidade de aprovação. Essa necessidade é legítima em todo ser humano. No entanto, ela pode se tornar um vício e “oprimir” uma pessoa ao ponto de destruir sua eficácia no trabalho e destroçar seus relacionamentos. Além disso, pode produzir um alto grau de desgaste emocional e físico.

O vício assume diversas formas. Se nos magoamos com freqüência com o que dizem a nosso respeito, com pessoas que expressam opiniões nada entusiásticas sobre nós, é provável que soframos desse vício. Se temos por hábito nos compararmos aos outros, se nos pegamos competindo nas situações mais corriqueiras. Se nos preocupamos com a possibilidade de alguém pensar mal a nosso respeito caso descobrisse as nossas fraquezas.

Strangers, FriendsMuitas vezes nos pegamos competindo nas situações mais corriqueiras. Tentamos impressionar pessoas importantes. Vivemos com a sensação incomoda de não sermos dignos ou especiais o suficiente.

Uma pessoa viciada em aprovação nunca fica satisfeita e precisa de mais uma picada quando está se sentindo mal. Qualquer crítica irrita, qualquer elogio entusiasma.

Uma pessoa escreveu o seguinte:

“Acontecia de nunca me sentir seguro a meu respeito a menos que meu desempenho fosse impecável. O desejo de ser perfeito havia superado o desejo por Deus. Oprimido pela mentalidade do tudo-ou-nada, interpretava a fraqueza como mediocridade, e a inconsistência como perda de controle emocional.

Descartei a compaixão e a auto-aceitação como reações inapropriadas. Minha esfarrapada percepção de falha e inadequação pessoal me levou a perder a auto estima, iniciando episódios de depressão moderada e forte ansiedade.

Inadvertidamente, havia projetado em Deus os sentimentos que tinha por mim mesmo. Sentia-me seguro com ele apenas quando me enxergava como nobre, generoso e amável, sem cicatrizes, medos ou lágrimas. Perfeito!”